"ATAQUE DE ENERGIA DIRIGIDA" ATINGE FUNCIONÁRIOS DA CASA BRANCA



Dois casos do que ficou conhecido como 'síndrome de Havana' estão sendo investigados por agências federais.

A misteriosa condição, que causa uma série de sintomas como fadiga, dores de cabeça e náuseas, deve o seu nome a uma série de incidentes que começaram em Havana, Cuba, em 2016.

Na época, acreditava-se que diplomatas americanos estavam sendo alvos de algum tipo de arma de energia dirigida por agentes estrangeiros desconhecidos com o objetivo de romper os laços diplomáticos com o país.

Agora parece que alguém pode estar fazendo a mesma coisa novamente - desta vez em solo americano - como evidenciado por dois casos separados que as agências federais continuam investigando.

Um desses supostos ataques, que teve como alvo um funcionário do Conselho de Segurança Nacional, ocorreu perto do Ellipse - o gramado oval no lado sul da Casa Branca.

Outro membro da equipe da Casa Branca também foi alvejado em um subúrbio da Virgínia em novembro passado.

A causa precisa da Síndrome de Havana - bem como quem pode estar por trás dela - tem sido um ponto de discórdia, com funcionários do governo expressando frustração com a falta de progresso no assunto.

Ainda não está claro se esses incidentes são resultado de algum tipo de arma e embora se especule que Rússia, China ou Cuba poderiam estar por trás dos ataques, ninguém sabe ao certo.

Do jeito que as coisas estão, as investigações sobre o fenômeno continuam em andamento.